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Experiência Internacional - Grameen Bank
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GRAMEEN
BANK - BANGLADESH
A estratégia do microcrédito,
como ferramenta de superação da pobreza, foi
sistematizada pelo Dr. Muhammad Yunus, economista de Bangladesh
e criador do Grameen Bank – um banco que opera com empréstimos
de US$ 100, em média, sempre com finalidade produtiva.
Operando a juros de mercado, com inadimplência quase
zero e mais de US$ 500 milhões de dólares emprestados,
em 1996, aos mais pobres dos pobres de Bangladesh (principalmente
mulheres), o Grameen apresenta um impacto sócio-econômico
e cultural muito positivo, conforme as avaliações
realizadas por pesquisadores de agências internacionais
e de universidades do Primeiro Mundo.
Segundo Yunus, o Projeto Banco Grameen (traduzido
do idioma bengali, grameen quer dizer aldeia), surgiu com
o propósito de explorar a possibilidade de desenhar
e edificar uma estrutura por meio da qual a população
rural pobre de Bangladesh pudesse se integrar a um sistema
bancário viável. Na prática, seria um
lugar onde os pobres do campo pudessem obter pequenos empréstimos,
em condições razoáveis para financiar
microempresas.
Esse
projeto leva em consideração os seguintes objetivos:
-
estender os serviços de crédito aos mais pobres;
- eliminar a exploração dos pobres pelos agiotas;
- criar oportunidades de auto-emprego;
- propiciar, aos excluídos, um formato organizacional
que pudesse compreender e operar, desenvolvendo confiança
sócio-política-econômica, por meio de
apoio mútuo;
- inverter o círculo vicioso de “baixo nível
de receitas, baixo nível de investimentos e baixo nível
de receitas” para um sistema de “aumento do nível
de receita, aumento do crédito, mais investimento,
mais receitas”.
A
experiência foi exitosa, e, em 1983, o projeto foi transformado
em um banco independente com o nome de Banco Grameen Bank,
podendo então, exercer todas as funções
de instituições financeiras reguladas.
A estrutura do Banco tem os seguintes níveis:
Head Office, a matriz que atende a quatorze zonas: Zonal Office,
as zonais que são compostas de oito a dez áreas;
Area Office, as áreas que atendem de 10 a 15 agências;
Branch Office, as agências constituídas por 60
a 65 centros; Centers, os centros compostos por oito grupos;
Group, o grupo composto por cinco pessoas.
Uma das características do Grameen é
que o “Banco é que vai ao cliente”. A instituição,
em 1999, estava atuando em 39 mil aldeias, o que representam
mais de 50% do total das aldeias de Bangladesh – o país
possui 69 mil aldeias. São mais de 1.100 agências,
num total de 13 mil funcionários.
Os tomadores de crédito são, hoje,
acionistas do Banco, detendo 93% do seu capital. Cada ação
é vendida por US$ 2.
O banco contava, em 1999, com uma média de 2,8
milhões de clientes, dos quais 97,7% são mulheres.
O prazo inicial dos créditos é de um ano, com
pagamentos semanais, e a média é de US$ 180/ano
por cliente. O Banco controla “em que” e “como
é” usado o dinheiro.
São efetuados, também, empréstimos
imobiliários. Nessa modalidade, os créditos
são, em média, de US$ 300 e, no máximo,
de US$ 600.
A concessão de créditos cresce ano
após ano. Em 1995, o Grameen emprestou US$ 1 bilhão.
No ano seguinte, foram emprestados US$ 2 bilhões. Em
1999, até o final de agosto, foram emprestados aproximadamente
US$ 3 bilhões. |
| O
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
A instância superior do Grameen Bank é
um Conselho Administrativo. Dos 13 conselheiros, nove, são
mulheres pobres – tomadoras de crédito –
e indicadas pelos demais clientes. Os outros três membros
do Conselho são indicados pelo governo de Bangladesh.
O cargo de Yunus é o de Diretor Administrativo do Banco.
Ele participa das reuniões do Conselho, mas, como não
é acionista, não tem direito a voto.
Para que possam atuar de forma adequada, as conselheiras
passam por uma etapa de preparação que consiste
numa simulação prévia do Conselho. Na
oportunidade, é demonstrada a importância da
visão e dos posicionamentos das mesmas como representantes
dos demais sócios. Elas chegam dois dias antes de cada
sessão do Conselho para a discussão prévia
da pauta e para reunirem-se com o diretor administrativo.
Cada conselheira recebe em torno de US$ 10 por sessão
(são realizadas, em média, três sessões
por ano). É uma remuneração razoável
para os padrões de Bangladesh, porém, o mais
importante é o prestigio advindo da função.
|
| A
CLIENTELA-ALVO
Os
clientes prioritários do Grameen Bank são os
habitantes de áreas rurais, proprietários de,
no máximo, meio acre de terra arável e com capital
total (soma do valor da terra e de outros ativos) não
superior ao valor de um acre de terra (valor da região).
Os integrantes de grupo, cujas famílias, posteriormente
ao ingresso, venham a superar esse valor têm, obrigatoriamente,
que se demitir do grupo.
Segundo Yunus, esse critério é rigorosamente
seguido para que o Banco mantenha o foco no atendimento aos
mais pobres.
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| CONSTITUIÇÃO
E ORGANIZAÇÃO DE GRUPOS
Os
interessados em tomar crédito organizam-se em grupos
de cinco pessoas, todas pertencentes à mesma aldeia,
com similaridade de pensamento e de situação
econômica e, necessariamente, de confiança mútua.
Ressalta-se que, pessoas da mesma família
e parentes próximos não podem compor um mesmo
grupo. Contudo, uma única família pode, por
meio de diferentes pessoas, participar de mais de um grupo.
A condição para que isso ocorra é a família
ter mais de uma atividade econômica.
O grupo elege um presidente e um secretário
para um mandato de um ano. Os eleitos têm a responsabilidade
de manter contato contínuo com o Banco, recomendar
as propostas de crédito, verificar a utilização
apropriada do crédito e tomar medidas para que os pagamentos
dos componentes de grupo sejam realizados nos prazos acordados.
Segundo Yunus, “ Não há reeleição,
para que todos tenham chance de passar por esta experiência”.
Todos os integrantes do grupo se reúnem
semanalmente. Cabe a cada membro zelar pelo cumprimento coletivo
dos regulamentos internos do grupo e do Banco, ajudar a manter
a disciplina e ter a responsabilidade de vigiarem-se mutuamente.
Essa é a chave para assegurar a presença de
todos os componentes às reuniões, o uso apropriado
do crédito e o pagamento regular das contas semanais.
Nas reuniões semanais, quem exerce a presidência
do grupo mantém a disciplina e recolhe as cotas individuais.
Uma vez que a maioria dos grupos é de mulheres, cabe
a uma delas efetuar a entrega da coleta das parcelas semanais
a um funcionário do Banco, que participa também
das reuniões.
As decisões mais importantes são
tomadas pelo grupo, que é também o comitê
de crédito, resolvendo se algum dos membros vai receber
exatamente o que quer. A decisão final, no entanto,
é tomada por todo o centro, que é composto por
40 pessoas, que tem chefe e subchefe, eleitos anualmente,
também sem direito à reeleição.
Em geral, são 40 mulheres. No começo, elas não
reconhecem a importância dessa tomada de decisão.
A idéia é que elas se sintam responsáveis
pelo que estão fazendo. Assim, se algum integrante
do grupo não cumpre os seus compromissos, os demais
o questionam.
As decisões mais importantes são
tomadas pelo grupo, que é também o comitê
de crédito, resolvendo se algum dos membros vai receber
exatamente o que quer. A decisão final, no entanto,
é tomada por todo o centro, que é composto por
40 pessoas, que tem chefe e subchefe, eleitos anualmente,
também sem direito à reeleição.
Em geral, são 40 mulheres. No começo, elas não
reconhecem a importância dessa tomada de decisão.
A idéia é que elas se sintam responsáveis
pelo que estão fazendo. Assim, se algum integrante
do grupo não cumpre os seus compromissos, os demais
o questionam.
Para se integrar ao grupo, é necessário
que o candidato seja unanimemente aceito e que o grupo conte,
no momento, com menos de cinco membros. É indispensável,
também, que o candidato realize a capacitação
inicial.
Os componentes do grupo podem, por unanimidade,
impor multas aos membros que cometerem atos considerados infrações
à disciplina do grupo, tais como:
- deixar de assistir às reuniões do grupo;
- efetuar pagamento irregular de contas;
- não efetuar o pagamento da poupança semanal
ao Fundo do Grupo.
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| O
FUNDO DE EMERGÊNCIA
Para cada mil takas emprestadas –
o equivalente a US$ 20,61 –, o tomador do crédito
deve depositar cinco takas no Fundo de Emergência. Essa
mecânica só vale a partir do segundo empréstimo
de TK 1mil.
Este Fundo pode ser utilizado para as mais diversas
eventualidades, entre elas, pagar o empréstimo de qualquer
cliente que não possa fazê-lo, em conseqüência
de algum acidente, roubo, incêndio, doença, por
exemplo.
Por medida de precaução, os gastos
decorrentes dessa assistência não podem superar
50% do total do Fundo de Emergência.
O Fundo de Emergência do centro é
depositado no Fundo de Emergência Central. O Grameen
paga uma porcentagem fixa de juro sobre o valor depositado
pelo centro. |
| CONDIÇÕES
DO CRÉDITO
Os créditos são individuais
e concedidos exclusivamente às pessoas que participam
de um grupo de cinco membros.
O primeiro crédito é concedido,
obrigatoriamente, pelo prazo de um ano. Os desembolsos dele
são escalonados, estabelecendo um processo de confiança
entre o grupo e o Grameen. Inicialmente, apenas dois membros
do grupo recebem as parcelas que lhes cabem. Tendo esse dois
efetuado o pagamento da primeira prestação,
outros dois membros recebem seu empréstimo. O quinto
membro somente o receberá mediante o pagamento da segunda
prestação pelos primeiros dois tomadores, e,
da primeira, pelos segundo.
Durante a vigência da operação
de crédito, os funcionários do Banco têm
o direito de verificar o uso dos recursos e do material financiado.
O valor emprestado deve ser utilizado para o fim solicitado,
em uma semana. A não utilização nesse
prazo exige o depósito imediato do valor emprestado
no Banco, até que seja possível a utilização
do crédito.
Qualquer alteração de finalidade
na aplicação dos recursos emprestados requer
autorização do Banco. Tudo o que for adquirido
com o empréstimo é considerado propriedade do
Banco, até a quitação total do crédito.
Para manter a continuidade de acesso ao crédito,
é indispensável que todos os integrantes do
grupo participem das reuniões semanais, mantenham a
disciplina do grupo e efetuem o pagamento semanal das cotas.
O juro praticado pelo Banco, em 1999, era de 20%
ao ano.
Preferencialmente, é concedido
empréstimo a pessoas que já tenham um negócio
próprio, entretanto, é considerado o caso de
uma pessoa que, embora ainda não tenha um negócio
próprio, tenha sido indicada para crédito pelo
grupo. “Todo mundo tem habilidade de sobrevivência”.
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LIDANDO
COM A INADIMPLÊNCIA – SANÇÕES A
CENTROS E GRUPOS
Os passos de tomadores, grupos e centros são
monitorados. Todos são responsáveis uns pelos
outros: as agências, pelos centros; os centros, pelos
grupos; os grupos, pelos seus componentes. Por isso, a coesão
e a responsabilidade são bastante trabalhadas. “Sempre
que algo acontece, o grupo é informado, e há
uma discussão acerca da responsabilidade coletiva”.
Os
grupos sofrem sanções pelo descumprimento do
que foi acordado por seus membros, além do que, só
após a quitação, o cliente que estava
inadimplente pode ser substituído.
Se um grupo não paga, os demais grupos
do mesmo centro não podem tomar os créditos
superiores (com finalidade de adquirir casa própria,
telefone celular). Para recebê-los, todo o centro tem
de estar com pagamentos em dia. Concessão de crédito
imobiliário e/ou para telefone celular é considerada
premiação pela pontualidade nos pagamentos.
Os bons pagadores pertencentes a um centro cuja
carteira não está sadia, somente têm aumento
no valor do crédito pessoal se o mesmo se destinar
à capital de giro.
De acordo com o diretor administrativo do Grameen
Bank, a reação tradicional, antes de um grupo
tomar dinheiro emprestado, é a de que todos afirmem
que a inadimplência não acontecerá. “A
política do Grameen é explicar que se trata
de um grupo de pessoas fraternas, não de inimigos.
Assim, se uma pessoa não pode pagar, a outra, como
boa amiga, deve se preocupar com ela, pois cada atraso deve
ter, por trás de si, uma história triste”.
Como em qualquer lugar do mundo, talvez a pessoa
que está inadimplente tenha constrangimento de falar
sobre o assunto, porém, em razão da amizade,
deve-se procurar saber a causa. “Se, por exemplo, o
marido da tomadora de crédito fugiu com o dinheiro,
pode-se ajudar a procurá-lo, onde quer que esteja.
São quatro mulheres, e há quatro maridos que
podem auxiliar”, declarou Yunus, afirmando ainda que,
com empenho, o marido dessa quinta mulher que fugiu com o
dinheiro poderá ser encontrado. Outro exemplo dado
foi o da vaca: “se a vaca financiada morreu, como se
zangar? É preciso ser solidário, encorajar quem
a perdeu, mostrar que a vida continua. O mais importante é
não deixá-la sentir-se culpada”, completou.
O grupo pode resolver um problema dessa natureza, propondo
um novo empréstimo para comprar outro animal.
Nesse caso, o segundo crédito passa a ser
ativo, e o primeiro, de longo prazo. Por exemplo: se o tomador
pagava cem takas pelo primeiro empréstimo, passa a
pagar um pouco mais, a fim de cobrir os dois empréstimos,
ou seja, cem takas pelo segundo e quinze takas pelo primeiro
empréstimo. “O importante é encontrar
uma maneira de solucionar o problema e manter a pessoa com
renda”. |
| POLÍTICAS
PARA DESASTRES
O Banco mantém uma política
para acidentes naturais (como os tufões, chuvas fortes
e inundações) face à realidade de Bangladesh,
onde amiúde é decretado estado de emergência
nacional/estadual. Nesses casos, o Banco pode declarar também
uma localidade ou região do país como “zona
de desastre”, acarretando a suspensão de todos
as atividades nessa área. “Nesses momentos, os
funcionários passam a apoiar na resolução
dos problemas: seu trabalho consiste em salvar pessoas. O
emprestar e o cobrar torna-se secundário”. Como
se trabalha para os clientes, o trabalho constitui-se em providenciar
para que os mesmos sejam bem tratados, podendo-se, inclusive,
usar recursos do Banco nas acomodações e compras
de suprimentos e remédios.
À medida em que os problemas decorrentes
do desastre vão se resolvendo, a tarefa consiste em
“reerguer as pessoas”.
O período do desastre é descontado
do período do crédito. Tudo recomeça
após a calamidade, e o Banco concede novo empréstimo
para que o cliente afetado pelo sinistro possa recomeçar.
Os empréstimos antigos tornam-se de longo prazo, e
o novo entra nos critérios normais do Banco.
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| ACOMPANHAMENTO
DOS CLIENTES PELOS AGENTES DO BANCO
O
limite máximo de clientes por agentes de crédito
é de 400 tomadores. Cada agente responde por dez centros,
visitando cada um deles semanalmente.
Após as reuniões semanais de cada
centro, o agente do Banco, visita, no mínimo, três
clientes daquele centro. Obrigatoriamente, deve visitar treze
negócios, por semana, totalizando um mínimo
de quarenta e três visitas mensais; deve também
visitar toda a carteira a cada oito semanas, o que é
conferido pelo gerente regional que escolhe aleatoriamente
um cliente para visitar.
Semanalmente, o agente fecha as estatísticas
da sua carteira. O controle é manual e feito em planilhas.
É responsabilidade do agente, também: verificar
a necessidade da aplicação do recurso aprovado
pelo grupo a um de seus membros; informar se a agência
aprovou, ou não, os créditos propostos pelos
centros; receber as contas semanais e a poupança individual
dos clientes; participar das reuniões dos grupos; informar
e acompanhar os casos de inadimplência.
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ORGANIZAÇÃO
DA REUNIÃO DO CENTRO
Semanalmente,
o agente fecha as estatísticas da sua carteira. O controle
é manual e feito em planilhas. É responsabilidade
do agente, também: verificar a necessidade da aplicação
do recurso aprovado pelo grupo a um de seus membros; informar
se a agência aprovou, ou não, os créditos
propostos pelos centros; receber as contas semanais e a poupança
individual dos clientes; participar das reuniões dos
grupos; informar e acompanhar os casos de inadimplência.
Cada oito grupos têm sua líder máxima,
a líder geral do centro.
Nenhuma das mulheres tomadoras de crédito
possui registro de nascimento, muito menos freqüentou
a escola formal. Aquelas que têm educação
religiosa muçulmana “sabem ler o Alcorão”.
Mesmo assim, todas recebem uma cadernetinha na qual são
anotados, pelo agente do Banco, os seguintes dados: datas
de liberação, valor emprestado, discriminando
o juro e principalmente, todos os recebimentos das cotas de
amortização do crédito, o valor da poupança
individual e o saldo devedor. |
AS
16 DECLARAÇÕES
As decisões a seguir foram propostas
por cem presidentes de centros em um encontro nacional, realizado
em 1984, e podem ser consideradas “a constituição
para o desenvolvimento social do Grameen Bank”. Há
um compromisso de que todos os membros do Banco as memorizem
e as implementem.
De início, pretendiam avaliá-las
anualmente, agregando e/ou substituindo princípios.
Entretanto, decidiram primeiro implementar as existentes para,
depois, revisá-las. Isso está sendo incorporado
por todos os clientes. Como a maioria é analfabeta,
criam pequenas rimas no idioma bengali para facilitar a sedimentação
dos membros.
São elas:
1.
Cumpriremos e promoveremos os quatro princípios do
Grameen Bank: Disciplina, Unidade, Coragem e Diligência.
2. Brindaremos prosperidade a nossas famílias.
3. Não viveremos em casas arruinadas.
4. Cultivaremos vegetais em todas as estações
do ano. Comeremos uma grande parte dos vegetais e o restante
venderemos.
5. Durante a estação propícia, semearemos
o máximo possível de sementes.
6. Planificaremos famílias pequenas. Minimizaremos
nossos gastos. Manteremos boa a nossa saúde.
7. Educaremos nossos filhos e no asseguraremos de poder financiar
a sua educação.
8. Sempre manteremos nossos filhos e ambientes limpos.
9. Construiremos e usaremos latrinas e fossas.
10. Tomaremos somente água tratada.
11. Não aceitaremos o dote no casamento de nossos filhos,
nem pagaremos dote no casamento de nossas filhas. Manteremos
nosso centro livre da maldição do dote. Não
casaremos nossas crianças em sua infância.
12. Não imporemos injustiças a ninguém;
também não permitiremos ninguém impondo
injustiça sobre nós.
13. Coletivamente empreenderemos mais investimentos para criar
rendas e recursos mais altos.
14. Sempre estaremos prontos a ajudar os demais. Se qualquer
pessoa tiver problemas, a ajudaremos.
15. Se constatarmos alguma infração à
disciplina em qualquer centro, nós ajudaremos a restabelecê-la.
16. Faremos exercícios físicos em todos os centros.
Participaremos coletivamente de atividades sociais.
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